Da sessão ao relatório, tela por tela.
São cinco passos. As telas são do próprio Evolutiva em modo demonstração, com pacientes fictícios; as duas ilustrações desenhadas estão marcadas como tal.
Passo 1: Registre do seu jeito: fale ou fotografe
Para falar, toque no nome da criança e segure o botão, como numa mensagem de voz. Deslize para cima para travar e falar de mãos livres; para a esquerda, cancela. As três perguntas da ficha ficam na tela como lembrete, sem caixa para marcar. Você grava um áudio só, na ordem que vier.
Para fotografar, a câmera do app tem moldura-guia e avisa quando a foto sai tremida, escura ou cortada — e quando aquela página já foi enviada. Foto deitada é girada sozinha. Escreveu mais linhas na mesma ficha? "Atualizar ficha" acrescenta a página nova e lê só o que é novo.
A sessão com a criança não é gravada em nenhum dos dois caminhos. O áudio da sua voz é transcrito em São Paulo e apagado assim que vira texto. Tem histórico antigo? Importe fotos, Word e PDF de uma vez: o sistema organiza por paciente e mês.
Passo 2: Confira o que a IA organizou
Na ficha fotografada, cada palavra em que a leitura ficou incerta aparece com o zoom da foto no ponto exato em que ela está escrita. Você toca em "Está certo" ou corrige — e só isso. Data que parece estranha abre o calendário já no mês da ficha, e página repetida é avisada antes de virar sessão duplicada.
Na evolução falada, a IA reparte o que você disse nos campos da ficha e limpa a hesitação; ela não resume nem reescreve. A transcrição literal fica guardada ao lado, para você conferir se algo foi alisado. Palavra em que o reconhecimento ficou inseguro aparece destacada. Campo que a norma exige e ficou vazio aparece marcado, com a resolução ao lado e dois botões: falar só aquela resposta, ou escrevê-la. E o texto inteiro da evolução é editável a qualquer momento — nada obriga você a resolver tudo falando.

Passo 3: Assine o atendimento
Lida e corrigida, a evolução é assinada ali mesmo, com a biometria do aparelho. É uma assinatura eletrônica avançada, uma por atendimento, como a Lei nº 14.063/2020 prevê para documentos de profissionais de saúde. O texto assinado é congelado; mudança posterior vira adendo, nunca edição do original.
A assinatura entra quando a clínica declara a partir de que mês o original passa a ser digital. Antes disso, o passo é "Confirmar", e a ficha de papel continua sendo o original. Campo que a norma exige e ficou vazio só é assinado com justificativa, que fica registrada. O que isso é e o que não é está em conformidade.
Passo 4: O relatório do mês monta no modelo da sua clínica
As sessões conferidas entram no formulário que a clínica já usa, por especialidade. A estrutura das seções vem da norma do conselho; o timbre, do modelo da clínica. Antes de chegar até você, o relatório passa por verificações:
- Considera as sessões do mês
- Cada afirmação tem apoio nas sessões
- Segue a estrutura da norma do conselho e o modelo da clínica
- Não repete o relatório do mês anterior
Cada verificação pode bloquear, apenas avisar ou ficar desligada — quem decide é a clínica.

Passo 5: Você revisa, aprova e baixa o mês inteiro
Na aprovação do relatório entram a sua assinatura e o seu carimbo. Sai o .docx do paciente ou o .zip do mês inteiro, com nome de arquivo que diz o que é. Aprovou sem querer? Dá para desfazer por 30 minutos.
Nada é aprovado sem você: a revisão é sua, e a responsabilidade técnica também. Se uma evolução nova chegar num mês já entregue, o sistema avisa em vez de deixar passar.

Quer ver isso com o modelo de relatório da sua clínica?
Escreva contando as especialidades da equipe e como é o modelo de vocês. A resposta vem com o modelo configurado e a data de entrada.
